O cultivo e a posse de canábis eram até agora estritamente proibidos neste país conservador do sul da África, punível com pena de prisão.

"Confirmo que o Conselho de Ministros (...) deu luz verde em princípio à comissão técnica para o cultivo, processamento e exportação de canábis para fins económicos e medicinais", disse Siliya, numa declaração.

O Ministério da Saúde deverá especificar posteriormente as condições para a emissão das autorizações necessárias, indicou a representante do Governo zambiano, sem dar mais detalhes sobre os motivos da autorização.

A canábis para uso medicinal agora está autorizada em cerca de 30 países.

O Lesoto, um pequeno reino de 2,1 milhões de habitantes no coração da África do Sul, tornou-se em 2017 o primeiro país africano a permitir o cultivo.

A África do Sul deu um passo adiante um ano depois, ao legalizar, por decisão do Tribunal Constitucional, o consumo de canábis para uso pessoal de adultos.

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