A especialista refere que o relatório "Comparação de Acesso dos Pacientes aos Medicamentos para o Cancro na Europa" demonstra que nem tudo está mal e que, apesar de haver muito trabalho pela frente, muito já foi feito para garantir que todos os doentes que precisam de tratamento o recebem de forma adequada ao seu caso específico e atempadamente.

O documento refere que a incidência do cancro continua a aumentar de forma transversal na Europa (30% entre 1995 e 2012), mas o mesmo ocorre com a percentagem de doentes que vivem cinco anos após o diagnóstico, agora 54% dos casos.

O aumento do número de sobreviventes das doenças oncológicas deve-se sobretudo à mudança gradual do paradigma dos tratamentos clássicos com quimioterapia para terapêuticas direcionadas, com mecanismos de ação cada vez mais específicos.

“Um facto que, aliado à melhoria nos métodos de diagnóstico precoce tem permitido uma melhoria das taxas de sobrevivência em muitos tumores”, sublinha a médica.

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