Ao falar à Angop, o responsável referiu que em comparação com o igual período de 2018, houve um aumento de 362 casos e que o bairro Capango, arredores da cidade do Luena, é o mais afectado com 68 casos, seguindo-se Tchiteno, 50, 4 de Fevereiro, 36, Sawambo, 20, Zorro, 12 e Vila Luso com sete, entre outros.

Explicou que a proliferação da epidemia ocorreu no mês de Julho último, obrigando o sector a criar uma sala de isolamento no Hospital Municipal, onde estão internadas 18 crianças.

Considerou o sarampo de uma doença infecciosa grave, justificando a realização da campanha de vacinação de bloquio em curso, por se constituir na única maneira de evitar o contágio.
Para tal, acrescentou, o sector tem disponíveis, quatro mil doses de vacina contra sarampo, que estão a ser administradas a crianças dos nove meses a cinco anos de idade.
Durante o período de bloqueio, mais de 65 técnicos de saúde distribuídos em equipas móveis de três prevêem imunizar 13 mil petizes, indicou.
Desde o inicio da campanha de bloqueio, sábado último (2), já foram vacinadas cinco mil e 698 crianças. O fecho da campanha vai depender das condições logísticas criadas.

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