Comparativamente a igual período anterior, Augusta Katumbo disse que durante o ano de 2017 houve o registo nulo de casos do género, o que preocupa as autoridades que já procederam ao enviou das amostras ao laboratório central de Luanda, afim de confirmar se estão ou não associados ao vírus zika.

“Estes número nos preocupa, uma vez que durante os últimos anos a provincia não registou casos de género, visto que a microcefalia é uma condição rara em que o bebê nasce com a circunferência da cabeça menor do que 33 cm”, afirmou.

Fez saber que a microcefalia é caracterizada por má formação congênita em que o cérebro da criança não se desenvolve de maneira adequada, originada pelo uso de substâncias químicas e infecciosas, além de bactérias, vírus e radiação.

Esclareceu ainda que a microcefalia pode ser acompanhada de epilepsia, paralisia cerebral, retardo no desenvolvimento cognitivo, motor e fala, além de problemas de visão e audição, mais com tratamento desde os primeiros anos o paciente consegue melhorar.

A responsável disse que as crianças com microcefalia precisam de estimulação precoce, para redução do comprometimento no desenvolvimento neuropsicomotor decorrente da malformação, onde o período mais importante para essa estimulação decorre de 0 aos 3 anos de idade.