Em declarações à Angop, a médica que manifestou-se preocupada, disse que actualmente os números têm aumentado, porque saíram de uma estatística de 1 para 15 casos.

Segundo a especialista, os pacientes a ser acompanhados pelo sector de radioterapia estão abaixo dos 30 anos.

“Este problema tem ocorrido em pacientes com idade escolar e um dos factores de risco principal é a radiação por telefones e computadores“, acrescentou.

Disse que muitos desses pacientes  já foram operados em outras instituições hospitalares e recorrem ao centro de oncologia apenas para fazer a radioterapia derivante.

Salientou ainda que a maioria dos jovens passam o dia todo em acesso a esses meios e por vezes carregam o telefone e o usam ao mesmo tempo, fazendo assim com que esses raios afectem o cérebro.

Aconselhou as pessoas a usar fones de ouvido ou deixar o celular no viva-voz, para mantê-lo longe de sua cabeça, limitar o número e a duração das chamadas, usar o telefone em áreas de boa recepção, pois isso faz com que o celular transmita com uma potência de saída reduzida.