A informação foi prestada segunda-feira à Angop, em Ondjiva, pela directora do projecto, Ana Johnson, referindo que o mesmo conta com quatro postos móveis de testagem e tratamento da malária a nível da província.

A responsável fez saber que as testagens têm sido desenvolvidas num conjunto de programas de combate a epidemia ao longo da fronteira, através de equipas móveis para testar o maior número de população residente nessas áreas.

Ana Johnson sublinhou que o mesmo conta com uma rede de 250 voluntários comunitários nas acções de mobilização porta a porta da comunidade fronteiriça que levam a mensagem sobre a importância da testagem da malária, sintomas e tratamento.