Segundo o chefe do departamento de saúde pública e controlo de endemias na Huíla, José Hélio Gabriel Chiangalala, no período em análise foram testadas 33 mil e 752 pessoas, 8.756 a mais em relação a 2019.

Informou que dos testes realizados 546 resultaram em diagnóstico positivo ao VIH, menos 354 em relação ao período homólogo do ano transacto, representando uma média de seroprevalência na ordem de 1.6 por cento, contra 3.6 de 2019.

Sublinhou que o número de mortes abrangeu crianças, adultos e sobretudo mulheres gestantes.

O município do Lubango lidera o gráfico com oito mortes, seguido da Matala (dois), Quilengues e Gambos, com um cada.

Salientou que a província dispõe de anti-rectrovirais suficientes para assistir os pacientes, tendo as autoridades sanitárias distribuído 131 mil e 527 preservativos em 141 Centros de Aconselhamento de Testagem Voluntária, visando o combate e prevenção do VIH/Sida.

Os serviços de saúde da província da Huíla estão a acompanhar mais de oito mil pacientes portadores do VIH/Sida, que têm beneficiado de tratamento à base de anti-rectrovirais.

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