Em breves declarações à Angop, António Paulo, adiantou que o programa, paralisado há mais de um ano, foi retomado no dia 22 de Maio, com apenas três elementos e uma carrinha.

Considerou difícil a realização dos trabalhos, porquanto deveria ser feito por 20 elementos divididos em duas brigadas, sendo uma de manhã e a outra a noite. Actualmente a fumigação é feita apenas no período noturno, das 17h30 às 21 horas.

“O que está a acontecer é que o trabalho de fumigação não é suficiente para destruir os focos de larvas e criadores de mosquitos, trabalho que deve ser feito durante o dia”, lamentou.

Anteriormente a brigada contava com o apoio da cooperação cubana e 20 técnicos que auferiam um salário mensal de 28 mil Kwanzas cada. Os mesmos encontram-se em casa por falta de apoios financeiros.

Disse que o programa de combate a malária tem o registo de 65 mil e 625 casos da doença, com 13 óbitos, de Janeiro a Março de 2018.