Segundo, a directora em 2017 o país registou apenas 150 mil dadores, sendo que metade foi feita por dadores familiares, e apenas 11 mil são voluntários.

Eunice Manico falava durante uma doação efectuada por funcionários da empresa Imogestin, cujo objectivo é sensibilizar a população a doar sangue de forma voluntária ou familiar.

Adiantou que o número acima referido, ainda continua distante daquilo que se pretende para acudir as situações, por esta razão o Instituto traçou algumas estratégias no sentido de mobilizar dadores de sangue nas universidades, empresas e escolas, para que até Dezembro de 2019 se posse atingir um número aproximado de 300 mil dadores.

Salientou ainda que  em relação ao stock,  a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que para que haja segurança transfusional, uma comunidade deve ter um porcento da sua população dadora de sangue voluntaria.

Frisou que na doação é colhida 450 mililitros de sangue por pessoa que passa por um processo de separação de componentes, onde cada dador poderá salvar quatro pessoas com quatro patologias diferentes.

No que toca, a doação feita pelos funcionários da Imogestin estiveram presentes cerca de aproximadamente  62 funcionários, segundo o chefe da área de comunicação e imagem da empresa, Mário Guerra.

A acção já tem sido uma tradição da instituição, que leva cerca de três anos e como tal está inscrita no objecto de responsabilidade social da organização.

Entende que pelo menos uma vez por ano deve-se ter esse gesto, para de alguma forma incentivar as pessoas a ajudar a minimizar essa problemática.