Desde o início do surto, em Março deste ano, as autoridades sanitárias registaram 73 óbitos, num universo de mil e 970 casos de sarampo.

Afirmou que a redução substancial deve-se as acções de sensibilização e de educação sanitária, bem como a intensificação das campanhas de vacinação contra a doença.

Em declarações à Angop, Domingos Chiculo disse que, para se evitar o surgimento de novos casos, uma equipa composta por médicos, técnicos de saúde e activistas desdobram-se nos bairros para imunizar as crianças dos zero aos 15 anos de idade.

Apenas o município do Dala, frisou registou, na semana passada, três casos de sarampo, cujos pacientes já estão a ser tratados pelas autoridades sanitárias.

Para o êxito da campanha, foram disponibilizadas 25 mil doses de vacina, pelo Ministério da Saúde.

Domingos Chiculo agradeceu as autoridades tradicionais, religiosas e distintos membros do governo que contribuíram com a sensibilização das populações, desencorajando-as a buscar tratamento em quimbandeiros e igrejas, em detrimento dos hospitais.

O primeiro caso do surto foi diagnosticado na fronteira do Luau, Moxico, em Março do ano em curso, numa criança proveniente da República Democrática do Congo (RDC).

O sarampo é uma doença contagiosa, causada pelo vírus do "measles morbillivirus". Os sinais e sintomas iniciais geralmente incluem febres.

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