A informação foi prestada hoje, quinta-feira, a Angop, pelo supervisor provincial do Programa de má nutrição, Tiófilo Emílio, referindo que comparativamente ao mesmo período de 2017, houve diminuição de mil e 755 casos e dois óbitos.

“A redução tanto dos casos e óbitos, deve-se a sensibilização das mães sobre a importância do aleitamento materno exclusivo, assegurar uma alimentação saudável as crianças e o refrescamento dos agentes comunitários das técnicas de triagem e tratamento da doença”, sublinhou.

A fonte avançou ainda que a maioria dos casos de má nutrição é proveniente das zonas rurais e deve-se ao desmame precoce, as condições alimentares precárias e abandono das crianças pelas mães, bem como o surgimento de doenças diarréicas.

Tiófilo Emílio aconselhou as mães a amamentarem os filhos pelo menos até aos dois anos de idade, para que possam crescer de forma saudável, assim como a realizarem consultas de planeamento familiar, para evitar gravidez não planificada.