Em declarações à ANGOP, Alda de Morais Pedro Sousa disse que os responsáveis do sector da Saude, a nivel provincial, municipal e comunal, devem, por isso, melhorar a gestão e distribuição de vacinas, para que estejam colocadas, em tempo integral, à disposição dos utentes nas unidades sanitárias.

Ao ser abordada sobre a falta de vacinas nas unidadas sanitária, com realce para a de prevenção à febre amarela e da vitamina A, a responsável, admitiu haver carência em algumas instituições no país, porém disse não estar relacionada com uma possível rotura no stock nacional, mas com as políticas de gestão e distribuição internas.

Acrescentou que estas políticas de gestão, levada acabo pelas direcções e repartições de Saúde a nível das províncias, municípios e comunas têm, algumas  vezes, retardado a chegada pontual dos farmacos às unidades sanitárias.

Por este facto, Alda de Morais Pedro Sousa garantiu não existir rotura destes fármacos no país, acrescentando que, apesar da crise mundial devido à pandemia da convid-19, o Governo angolano tem envidado esforços, com a aquisição de vacinas no exterior, no sentido de evitar a sua escassez e comprometer a saúde da população, em particular das crianças, no quando dos desafios do asseguramento do seu desenvolvimento harmonioso.

Acrescentou que a grande meta do Ministério da Saúde consiste no asseguramento da existência de condições para a contínua realização das vacinas de rotina, de modo a preveni-las e a erradicar as doenças virais, entre elas a poliomielite, o sarampo, o tetano e a raiva.

Ainda entre as estratégias de melhoria da política de vacinação, tendo em conta as dificuldades verificadas nos planos de gestão e distribuição das vacinas pelas direcções provinciais, municipais e comunais, informou igualmente que o Ministério da Saúde pretende instalar uma plataforma digital de controlo e monitorização da logística de vacinas nas unidades sanitárias do país.

Deste modo, prosseguiu, será muito mais fácil, a partir das estruturas centrais, saber em tempo real sobre as necessidades de vacinas nas unidades sanitárias  e garantir, de forma oportuna, a sua reposição.

No último fim-de-semana, as autoridades da província do Huambo, em colaboração com o Ministério da Saúde, realizaram uma campanha de vacinação contra poliomielite, em cinco dos 11 municípios da província (Huambo, Caála, Ecunha, Londuimbali e Cachiungo), onde entre Janeiro e Fevereiro, foram registados um total de 15 casos da doença.

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