A informação foi avançada durante o "Workshop nacional das organizações da sociedade civil sobre o reforço do sistema de saúde comunitário em Angola".

Segundo a responsável, o acesso ao teste, tabus, estigma, discriminação, questões de género, diagnóstico tardio e eficácia do tratamento estão outros desafios para a redução dos casos de Vih no país.

Fez saber que cerca de trezentos e dez mil pessoas estão a viver com Vih no país,  de acordo com um inquérito do instituto de 2017.

Adiantou que estima-se que 27 mil crianças dos 0 aos 14 anos vivem com o Vih, com um registo de igual de número de novas infecções.

No que toca as mulheres, foram registadas 190 mil vivendo com a doença, sendo que grávidas seropositivas são 21 mil.

Ainda em 2017, cerca de 13 mil pessoas morreram com esta patologia, entre elas adultos e crianças, apesar da prevalência no país continuar em dois por cento.

A actividade, com duração de dois dias, conta com a presença de representantes de 15 províncias e 110 organizações da sociedade civil.