Em breves declarações a Angop, Carlota Ngombe Tati, disse que em Cabinda a missão de vigilância epidemiológica é um acto permanente no sector da saúde independentemente de qualquer eventual surto que venha a se registar ou informações semelhantes que venhamos a obter, "estamos sempre atentos.

Em gesto de análise do actual estado dos postos de vigilância depois da visita do secretário de Estado para a Saúde Pública, José Cunha, em Maio último, e das recomendações feitas, Carlota Tati, avançou ser salutar o empenho dos técnicos. Quanto aos equipamentos nada a lamentar sobretudo os termómetros e materiais de protecção.

"Temos 33 termómetros e pensamos que estamos a trabalhar bem e as equipas de vigilância epidemiológica tem cumprido com zêlo e dedicação a sua missão de protecção sobre eventuais casos a se registar na província, assegurou.

Apelou às autoridades tradicionais e coordenadores de bairros junto das comunidades ou seja aldeias, tendo em conta a vasta fronteira comum com os congos de cerca de mais de 200 quilómetros, a estarem atentos com o movimento de pessoas estranhas idos dos países vizinhos.