Segundo a supervisora de nutrição do planalto central, Cármen Mossovela, a situação é preocupante porque os números registados até à presente data representam um aumento em 30 por cento dos óbitos, comparativamente com o mesmo período de 2018.

Cármen Mossovela, citada pela agência noticiosa angolana, Angop, disse que a maioria dos casos foi notificada em zonas rurais dos municípios do Huambo, Caála, Bailundo, Mungo, Cachiungo e Londuimbali.

Em 2018, foram registadas 123 mortes pela doença num total de 1.632 casos diagnosticados, disse a responsável sanitária.

O desmame precoce, por negligência ou ignorância das mães, a carência de alimentos, o consumo de produtos industrializados ao invés dos naturais e a guarda dos menores por outras pessoas são a base dos casos diagnosticados.

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