Diversas quantidades de medicamentos, alguns dos quais com prazos de caducidade vencidos, foram igualmente retidos pelas autoridades sanitárias.

Em declarações à Angop, a propósito deste caso, o chefe do Departamento de Inspecção da direcção local da Saúde, António Carlos Aurélio, informou que o encerramento resulta de uma denúncia apresentada por populares da zona, devido a falta de condições apropriadas para o desempenho da actividade médica.

Na mesma senda, disse que os cidadãos, ao se aperceberem atempadamente do perigo que aquelas unidades representavam para as suas vidas, decidiram alertar as autoridades.

António Carlos referiu ainda que o proprietário do centro, ao exercer a actividade de forma ilegal, viola o decreto 48/92 de 11 de Setembro, que regula a assistência sanitária privada.

O responsável disse, por outro lado, que no acto de encerramento foram encontrados quatro doentes que apanhavam soro e, rapidamente, foram accionadas ambulâncias para os transportar ao Hospital Geral de Benguela, ao que estes recusaram.

A Angop tentou localizar o proprietário do referido estabelecimento, mas sem sucesso.

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