Os números resultaram  em 16 óbitos (+07), entre crianças, jovens e adultos, cujas idades vão até aos 60 anos, segundo deu a conhecer hoje, segunda-feira, à ANGOP, no Lubango, o chefe de departamento provincial de Saúde Pública e Controlo de Endemias, na Huíla, José Hélio.

O responsável apontou o estigma, a descriminação e o abandono de pacientes com a doença ao tratamento anti-retrovirais, como estando na base do aumento de casos da doença.

Referiu que os 135 Centros de Testagem Voluntária (CATVs) estão a acompanhar, desde 2019, sete mil e 333 pacientes através da assistência com anti-retrovirais.

Os municípios com maior taxa de sero-prevalência são os da Matala, Chibia, Caluquembe e Lubango, com 3.4 por cento.

“Em contrapartida estão a ser levada a cabo um conjunto de medidas que visam diminuir a taxa de seroprevalência da província, que passa por aconselhamento de mães grávidas para a adesão as consultas de testagem voluntária no quadro de um programa de saúde sexual e reprodutiva e de controlo de Hiv-Sida”, disse.

Fez saber igualmente que 194 crianças que nasceram de mãe seropositivas, em 2019, apenas cinco são seropositivas, as restantes 189 estão livres da patologia fruto do programa corte de transmissão vertical.

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