As instalações provisórias, situadas no bloco leste do hospital Agostinho Neto terão uma capacidade de 200 camas, 50 a menos que hospital actual, e vai assistir diariamente 50 partos, contra os 60 da unidade central, informou hoje, terça-feira, nesta cidade, a directora-geral daquela instituição sanitária, Luísa Ferreira.

Falando durante uma visita efectuada pelo governador, Luís Nunes, a responsável, sem avançar os investimentos feitos, afirmou que a dependência foi concebida para laborar com salas de parto, banco de urgências, laboratório, hemoterapia, bloco operatório, sala de ecografia, de pequenas cirurgias, UTI, obstetrícia, casas de banho, área administrativa, dentre outros compartimentos e vai trabalhar com 16 médicos e mais de 200 enfermeiros.

Fez saber que embora seja uma unidade de carácter provisório, as condições criadas garantem uma boa acomodação das parturientes e de trabalhadores, uma vez que os compartimentos estão bem divididos sem apertos e nem fissuras nas paredes.

“Estamos bem servidos em termos de infraestruturas em si, isto é, com a iluminação normal, ventilação, áreas bem delimitadas. São especificamente áreas restritas que a maternidade antiga, que brevemente entra em obras de reabilitação, não tem”, disse.

O governador da Huíla visitou igualmente, as obras de reabilitação da estrada da casa da Juventude a centralidade da Quilemba, das 50 casas na localidade da Eiwa e das duas substações da central térmica em construção na comuna da Arimba com capacidade de gerar 50 Megawatts no geral, a razão de 25 cada.