O hospital Américo Boavida tem ainda dificuldades de ordem financeira (fundo de maneio reduzido) usado para suprir algumas necessidades diárias, desde a aquisição de material gastável, manutenção de máquinas e o apetrechamento de algumas salas cirúrgicas.

“Não se pode esperar apenas do Orçamento Geral do Estado, pois não temos nada no fundo do hospital, porque as ordens de saque não são pagos na hora, e desde Novembro que o hospital não recebe nada”, reforçou.

Disse  esperar uma resposta positiva e breve da comissão, naquilo que são as preocupações da unidade sanitária, referindo que tão logo aconteça será distribuído de acordo as prioridades existentes, para se dar uma assistência mais condigna aos utentes.

No âmbito dos novos paradigmas de gestão e com a nova direcção, disse terem adoptado um sistema novo de relação com os funcionários, com a realização de duas reuniões semanais, a que chamam clínica administrativa.

Disse terem encontrado assim uma forma de interagir com trabalhadores, sendo uma reunião aberta naquilo que é o novo modelo de gestão, considerando ser mais participativa e aberta.

Já para o coordenador para a Saúde da 6ª comissão de deputados da Assembleia Nacional, Ruben Sicato, disse terem sido anotadas todas as preocupações do hospital.

Garantiu que as preocupações serão levadas à Assembleia Nacional, realçando que o que mais chamou a atenção foi ver o esforço da direcção do hospital para resolver os problemas.

O hospital Américo Boavida atende diariamente, no banco de urgência 400 doentes com diversas patologias.

A 6ª Comissão da AN trata da Saúde, Educação, Ensino Superior, Ciência e Tecnologia.