Com a duração de um ano, a acção formativa intensiva será ministra em 19 módulos,  fortalecendo de forma sustentável os serviços de saúde, tendo em vista a cobertura universal de saúde.

Falando na cerimónia de abertura, a ministra Sílvia Lutucuta afirmou que o mesmo surge na sequência de se ter registado haver pouca ao planeamento logístico, desperdício, mau uso dos remédios, equipamentos, meios médico e a escassa qualificação dos profissionais da área.

De acordo com a ministra, são factores que têm contribuído para o deficiente abastecimento do serviço de saúde, razão pela qual as unidades de prestação de saúde devem preceder a optimização dos seus recursos e processos produtivos, com vista a redução de desperdícios e diminuição de trabalho desnecessário, recorrendo a técnica, metodologia, filosofias e ferramentas úteis.

Sílvia Lutucuta disse haver oportunidades de melhorias, destacando a necessidade de tomada de decisões com eficiente racionalização para a alocação de recursos, sem prejudicar a qualidade dos serviços prestados aos pacientes.

A implementação de sistemas de informação, segundo a governante, proporciona benefícios, entre os quais a redução de custos, eliminação de erros e integração de dados, factores que permitiram desenhar o curso de forma criteriosa, com requisitos para se ter um bom profissional de logística.

Sílvia Lutucuta ressaltou que a logística constitui um grande desafio no sistema nacional de saúde, agravada pela dificuldade na comunicação intra e intersectorial, lacunas ou não aplicação global da legislação existente, a insuficiente utilização da informação disponível e o perfil dos próprios gestores.

Desse modo, disse, a melhoria da gestão logística dos serviços de saúde é particularmente importante pelos custos envolvidos nesta actividade.

O sector de saúde no país, avançou, está a dar prioridade a redução de custos, com compras agrupadas de medicamentos, realização de dois concursos na plataforma electrónica do Ministério das Finanças.

Para o alcance dos objectivos traçados, o foco deve mudar de mera gestão de compras para gestão de relacionamento e reconhecimento, tornando-se importante que as instituições de saúde primem pelo valor estratégico das interacções entre os diferentes modelos da cadeia de abastecimento e a criação de um ambiente de colaboração.

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