Com excepção de uma paciente de 25 anos que a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, dissera, numa das conferências de imprensa, ter estado aparentemente fora de perigo, na maioria das vítimas mortais do novo coronavirus possuíam sempre uma doença crónica associada, além da Covid-19.

A média diária de mortes neste mês de Julho, que nem no meio chegou, é de uma morte por dia.

Diabetes, hipertensão arterial, cancros e, sobretudo, complicações de doenças do fórum respiratório agravado, são outras manifestações clínicas apresentadas pelos falecidos.

Neste sábado, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, anunciou mais dois óbitos, envolvendo cidadãos de 62 e 64 anos de idade, respectivamente. Um estava internado na clínica Sagrada Esperança e outro num dos centros de tratamento de referência. Ambos apresentaram estados respiratórios graves.

O país possui 483 infectados, 118 recuperados, 340 activos e 25 óbitos.

Talatona, Belas, Ingombotas, Viana e Maianga são as zonas mais endémicas de Luanda, epicentro da doença em Angola.

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