Alguns responsáveis de farmácias, quer do casco urbano, quer dos bairros periféricos da capital provincial, alegam haver falta daqueles materiais, há mais de cinco dias, a partir dos seus habituais fornecedores e admitem a subida de preços no mercado informal, em função da maior procura desses produtos.

Segundo apurou à Angop dos mesmos, uma caixa com 100 luvas, que estava a ser vendida a dois mil Kwanzas, na última semana, actualmente pode ser fixado a 20 mil kwanzas, ao passo que uma máscara que custava entre 300/400 KZ,  o preço actual pode rondar até dois mil kwanzas.

Já um frasco pequeno de  álcool em gel está orçado em 12 mil Kwanzas, contra os dois mil kwanzas anteriores. Mas, apesar dos preços os materiais esgotaram-se nas farmácias.

O jurista Aristides Vieira considera que o Governo deve redobrar a fiscalização a fim de se evitar que os preços subam vertiginosamente na província do Bié.

Já o professor Horácio Fernando apela aos proprietários destes estabelecimentos no sentido de serem mais humanistas e patriotas, já que o Covid-19  é uma pandemia que exige responsabilidades não só do Estado, mas de todos (famílias e agentes económicos).

A cidade do Cuito conta com mais de 80 farmácias que atendem acima de 500 mil habitantes.

O novo coronavírus tem como principais sintomas febre, tosse e dificuldades respiratórias.

Angola tem registado três casos positivos do Covid-19, sendo que os infectados, são cidadãos angolanos provenientes de Portugal.

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