Armin Laschet, primeiro-ministro desta região, a mais populosa do país, voltou a apelar hoje, em conferência de imprensa, ao uso de máscaras e ao cumprimento da distância de segurança e das medidas de higiene, sublinhando que não haverá “mais nenhuma abertura” por parte do governo.

“Os números lembram-nos que a pandemia está longe de acabar”, realçou, assumindo “ser preciso viver com ela”. O líder do governo da Renânia do Norte-Vestefália pediu também aos alunos que regressam à escola que utilizem máscara mesmo dentro das salas.

O Instituto Robert Koch (RKI) registou 966 novos casos de COVID-19 nas últimas 24 horas para um total de 217.293 infeções desde o início da pandemia de COVID-19.

Depois de dois dias, domingo e segunda-feira, com números mais baixos, a Alemanha voltou a aproximar-se hoje dos mil caos, repetindo os resultados de três dias consecutivos da semana passada com 1.045, 1.147 e 1.122.

Houve mais quatro vítimas mortais nas últimas 24 horas, elevando o total para 9.201. Aproximadamente mais 700 pessoas foram consideradas curadas, em relação ao dia anterior, para um total de 198.100.

O pico de infeções na Alemanha registou-se em abril, com cerca de 6.000 novos casos diários. Com os números a subirem novamente, o ministro da Saúde, Jens Spahn, assegurou na semana passada que o sistema de saúde está preparado para gerir um cenário de mil novos casos por dia.

A pandemia de COVID-19 já provocou mais de 733 mil mortos e infetou mais de 20 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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