A medida, de carácter obrigatório, foi anunciada nesta sexta-feira, em Luanda, pelo inspector-geral do Ministério da Saúde, Miguel de Oliveira, durante um seminário sobre biossegurança, dirigido a directores e funcionários de unidades sanitárias particulares.

De acordo com a especificidade de cada unidade, disse, tais equipas devem ser formadas por um ou três indivíduos, que deverão integralmente dedicar-se à contenção dos riscos de contaminação dos trabalhadores, pacientes e visitantes, assim como da gestão final dos resíduos hospitalares infectante.

O responsável acrescentou que a Direcção Nacional de Saúde Pública vai providenciar formação gratuita aos integrantes destas equipas, que passarão a fazer parte da rede de contactos do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária.

Miguel de Oliveira recomendou que estas unidades se adaptem para terem uma área de isolamento e equipamento apropriado, para eventual ocorrência de casos da pandemia de COVID-19, que tem se alastrado assustadoramente pelo mundo.

O seminário, realizado na Escola de Formação de Técnicos de Saúde (ex-IMS), abordou os temas vigilância epidemiológica, vigilância epidemiológica no contexto da COVID-19, notificação e gestão de casos, biossegurança e meios de protecção individual e manuseio de cadáveres.

Uma segunda formação com o mesmo conteúdo está agendada para segunda-feira próxima no mesmo lugar.

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