Em declarações à Angop, o responsável informou que no período em análise ocorreram 97 mortes por malária, menos 20 óbitos comparativamente aos primeiros seis meses de 2018.
Segundo Félix Belarmino, a redução de casos de malária é resultado de medidas preventivas como acções anti-vectorial, distribuição de mosquiteiros e campanhas de sensibilização sobre as formas de evitar esta doença, promovidas pelo sector da Saúde e seus parceiros.
“Nestas campanhas, contamos também com o envolvimento dos nossos parceiros como a organização Trans Cunene Malária Initiative (TKMI) e a ADPP, nos programas de testagem voluntária da malária na zona fronteiriça com a Namíbia, nas escolas e áreas de maior concentração populacional”, referiu.
O responsável disse ainda que no período em referência foram distribuídos 24 mil 901 mosquiteiros à crianças menores de cinco anos e à mulheres grávidas, no âmbito da prevenção e combate à doença.
Cunene conta com uma rede hospitalar composta por 146 unidades sanitárias, asseguradas por 77 médicos e 946 enfermeiros.
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