Esse dado foi divulgado hoje, quinta-feira, à Angop, pelo director provincial do Gabinete da Saúde do Bié, João Campos, tendo referido que dos 12 mil 483 casos de hipertensão arterial atendidos em 2018, 15 resultaram em óbito, contra as 14 mortes ocorridas em 2017.

Sublinhou que, em 2018, o sector da Saúde da província do Bié promoveu várias campanhas de sensibilização nas quais os técnicos elucidavam a população sobre o perigo da doença, as medidas de prevenção e combate à pandemia.

Os técnicos, ressaltou, aconselhavam as pessoas a realizarem regularmente as consultas de rotinas para não serem surpreendidas por essa doença “silenciosa”.

Lembrou que os factores de riscos da doença são o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, o stress, o tabagismo, má alimentação, insónia, entre outros factores.

Recomendou, por isso, às pessoas a terem dietas saudáveis, praticarem exercícios físicos, entre outros bons hábitos.

A província do Bié, com um milhão, 455 mil 255 habitantes, conta com 178 unidades sanitárias, cujos serviços de saúde são assegurados por três mil 373 profissionais, dos quais 76 médicos nacionais e 64 estrangeiros.