Para além dos supervisores provinciais, formados em Luanda, segundo Razão Simão, responsável pelo departamento da saúde pública e controlo de endemias, a acção formativa conta com 60 técnicos de saúde e efectivos do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, que têm monitorizado as fronteiras comuns, e a realização de encontros de rotinas com responsáveis sanitários nas fronteiras com a RDC.

“Continuamos a ensaiar medidas que visam prevenir eventuais casos de ébola na província tendo em conta a actual situação que se vem desenrolando nos últimos meses na região crítica que assola a epidemia, na RDC”, reforçou.

Em Cabinda, sublinhou, a situação está controlada e existe material suficiente de prevenção em todas as fronteiras, tais como termómetros, fichas de vigilância epidemiológica, desinfectantes, entre outros.

Salientou ainda que tem havido igualmente sessões de sensibilização e esclarecimento sobre a ébola.

A província de Cabinda tem uma fronteira comum com a vizinha RDC, desde a zona norte, nordeste e sul, e um fluxo migratório irregular.

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