De acordo com a notícia, a empresa francesa teria avançado com a medida, por, alegadamente, “existir um caso confirmado de coronavírus entre os funcionários”.

Trata-se, na verdade, de uma montagem e de um perfil falso, com um formato de página que nada tem a ver com o da ANGOP.

Ante a tentativa abortada de obter alguma declaração oficial junto da petrolífera, a agência noticiosa continuará na busca da verdade junto da Total Angola.

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