Os cientistas consultaram mais de 600 britânicos para que definissem a "qualidade" de seu casamento em dois momentos da sua vida: quando o filho tinha três anos e quando tinha nove.

Os participantes podiam classificar a relação como boa, má, a melhorar ou a piorar.

Doze anos depois, a equipa avaliou a saúde dos participantes, especialmente os fatores de risco das doenças cardiovasculares.

Os homens que descreveram os seus matrimónios como estando a "melhorar" tinham um nível de colesterol melhor e um peso mais saudável, segundo o estudo publicado no Journal of Epidemiology & Community Health.

Por outro lado, a pressão sanguínea daqueles que achavam que a sua relação "piorava" estava em más condições. "As mudanças na qualidade do casamento parecem prever o risco de doença cardiovascular", comentam os autores do estudo.

No entanto, não foram observadas diferenças significativas entre os homens cuja relação era em geral boa ou em geral má.

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