A informação foi avançada hoje, sexta-feira, na cidade do Cuito, pela chefe de departamento da Inspecção hospitalar, do Gabinete Provincial da Saúde no Bié, Verónica Vasco, sublinhando que as farmácias foram encerradas por exercerem actividade ilegal de venda de medicamentos expirados, de origem duvidosa e insuficiência de sanidade.

Segundo Verónica Vasco, acções de género vão prosseguir na província a fim de se evitar que mais farmácias ilegais prestem serviço.

Apelou a população a cooperar com as instituições de direito, na denúncia de actos que incitam comportamentos nocivos, quanto a comercialização de fármacos no seio das comunidades.

Aconselhou aos proprietários de farmácias, a socorrem-se ao sector de tutela, a fim de regularizarem a situação e poderem trabalhar em conformidade com os regulamentos e a Lei em vigor no país.

A província do Bié, centro de Angola, tem uma população de um milhão, 455 mil e 255 habitantes, possui 176 unidades sanitárias, subdivididos nos nove municípios e 30 comunas, onde labutam três mil 570 funcionários.