Dados disponívéis indicam que foram registados mil e 16 óbitos, mais 80 em relação a igual período anterior, entre os  337 mil 462 casos de malária detectados.

Comparativamente ao ano 2017, as autoridades sanitárias registaram um aumento de 176 mil 947 casos de malária.

Quanto ao aumento do número de casos de malária registados, apontam ainda o uso incorrecto dos mosquiteiros tratados.

As autoridades locais reforçaram as acções e sensibiização e aconselhamento, desde o princípio do terceiro trimestre deste ano,  para diminuir o índice de morbi-mortalidade, principalmente em mulheres grávidas e crianças. Apostaram igualmente na distribuição de mais de 500 mil mosquiteiros tratados, mais 120 em relação aos fornecidos no ano anterior.

Entre as medidadas de combate a doença, indicam o treinamento do pessoal médico, pulverização dos bairros e residências e a testagem rápida.

João Campos Cacungula aconselhou a população a seguir responsavelmente os conselhos dos técnicos de saúde pública, de forma a reduzir-se o índice de morbi-mortalidade nas comunidades.

O Cuito lidera, com 82 mil 363 (mais sete mil) casos, seguido do Andulo, com 64 mil 541, Chitembo registou 48 mil 619, enquanto Camacupa 40 mil 613 casos.

Já o município do Chinguar notificou, este ano, 32 mil 173, o Cunhinga, com 33 mil 834, a localidade de Nhârea, com 31 mil 363, Catabola com 22 mil 926, sendo a municipalidade do Cuemba com número reduzido 17 mil 30 casos.

A província do Bié, com um milhão 455 mil 255 habitantes, conta com 178 unidades sanitárias, asseguradas por três mil 373 profissionais, entre 76 médicos nacionais e 64 estrangeiros. As doenças como a malária, diarreicas agudas e respiratórias, VIH/SIDA sã as mais frequentes na região.

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