“O espaço ‘Fashion Police’ é necessário. Não conheço muitos deles, apenas alguns, mas tenho a noção que há uma coisa que não deve acontecer. Em Angola, normalmente, não se criticam as celebridades internacionais porque elas não ouvem, mas, neste caso, agarra-se no que é de cá. Faz sentido retificar para que as pessoas possam, eventualmente, mudar”, frisou.

Didi encara com normalidade o facto de algumas pessoas ficarem furiosas ao serem criticadas no programa, porque não estão habituadas a tal e também porque, no seu entender, deviam ser também dadas sugestões de como melhorar.

“Ninguém está errado quando critica, mas quando fazem uma crítica têm de dar também uma solução, o que na maioria das vezes não acontece. O `não gosto´ não funciona nem é suficiente, têm de apresentar soluções”, disse.

Na mesma ocasião, Didi, que se apresentou no terceiro dia do AFW18 com um look ousado em representação da Rainha Nzinga Mbandi, afirmou ter cumprido a promessa de levar a rainha ao encerramento do desfile, num evento feito em sua homenagem.