Em contagem regressiva para uma das galas que mais despertam a atenção dos média, empresários e público geral, o SAPO conversou com Hadjalmar El Vaim e procurou saber, dentro dos padrões exigidos pela organização, como deve ser o potencial vencedor.

“O que muitos apontam como critérios além da idade e nacionalidade, para nós, não passam de simples complementos. Ao contrário do que se pensa, é preciso que o Mister tenha força de vontade de se dedicar ao trabalho social e às camadas mais carentes da nossa comunidade, em suma, tem de ser alguém que (pelo menos durante o mandato) saiba viver pelos outros. Resumidamente, queremos um representante dedicado, humilde e sonhador” realçou o responsável apontando também que algumas vezes a luta pelo título é bastante associada à busca da fama ou à conquista de prémios.

Sob o lema “O Amor”, e pela primeira vez num palco da terra das Acácias Rubras, este ano quinze candidatos de diferentes províncias disputam o tão desejado título de “Mister Angola”.

De realçar que a gala que mostrará ao mundo o substituto de Hamilton Cunha (Mister Angola 2018) acontece em Benguela, no próximo dia 14 de Fevereiro, no espaço “Jardim das Estrelas”.

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