O facto foi revelado à Angop hoje, segunda-feira, pelo responsável do Inefop na província, João António Gaspar, aludindo que a cidade de Ndalatando conta actualmente com um centro de formação profissional e um pavilhão de artes e ofícios que ministra os cursos de corte e costura, alvenaria (pedreira),electricidade, refrigeração, informática, canalização, serralharia, carpintaria e pastelaria, que registam uma aderência massiva de formandos sobretudo jovens.

Referiu que durante a semana transacata, o referido centro colocou à disposição do mercado, 235 profissionais formados nos referidos ofícios durante nove meses e que se mostram a altura para contribuir no desenvolvimento da província, por via do acesso ao emprego na função pública ou instituições privadas que operam na região, sobretudo no ramo da construção civil.

João António Gaspar apontou os cursos de electricidade com 36 finalistas, seguido da refrigeração com 34, alvenaria com 30 e informática com 29 como sendo os ofícios com maior aderência dos jovens, face a oferta do mercado e da facilidade da promoção do auto-emprego.
Instou os finalistas a não se acomodaram com os certificados mas sim a pôr em prática os conhecimentos adquiridos, promovendo o auto-emprego por via do empreendedorismo.

Por seu turno, o jovem  António Inglês, de 19 anos de idade que terminou o curso de refrigeração, enalteceu a maneira como os formadores transmitiram os conhecimentos ao longo do ano, afirmando que com as ferramentas e técnicas recebidas, está em condições para criar o seu próprio negócio.

Por seu turno, o cidadão António João Florentino que frequentou o curso de informática, confessou que não sabia manusear um computador, mas agora se manifesta apto para o manuseio de meios informáticos, sobretudo na óptica do utlizador.

A formanda Nazaré António José, de 16 anos de idade, admitiu que apesar de ser mulher aderiu o curso de electrecidade e com as habilidades que adquiriu já consegue fazer uma instalação residencial e mostra-se pronta para promover o seu próprio negócio ou ingressar numa instituição de prestação de serviços no sector energético.

Disse sentir-se ainda satisfeita por ter sido contemplada com um kit de electercidade no final do curso, que lhe permitirá trabalhar por conta própria, não descorando por tanto a necessidade de ter de procurar emprego numa empresa estatal ou privada de grande.