Desde a sua máquina de escrever até a primeira edição da Playboy, com Marilyn Monroe na capa, centenas de fãs pagaram caro para ter parte dos pertences do falecido editor durante os dois dias de leilão.

A máquina de escrever, usada por Hefner para escrever o primeiro número da sua revista em 1953, foi vendida por mais de 143 mil euros, de acordo com a casa Julien's, que organizou o leilão.

Objetos de Hugh Hefner, fundador da Playboy, leiloados em Los Angeles
créditos: Robyn Beck / AFP

Agora, alguns colecionadores vão poder ostentar o estilo de "Hef": um dos seus roupões em seda vermelha foi vendido por 36,7 mil euros e o seu "Viagra Ring" - um anel de ouro de 14 quilates onde escondia o comprimido azul - foi arrematado por quase 20 mil euros.

Casacos, uma limousine, uma jukebox, uma mesa de bilhar da mítica mansão da Playboy e até mesmo a sua estrela do Passeio da Fama de Hollywood. A lista de objetos era longa.

O ator americano Jim Belushi pagou 2,7 mil euros por uma cópia do roteiro do episódio do programa "Saturday Night Live", apresentado por Hefner em 1977.

Objetos de Hugh Hefner, fundador da Playboy, leiloados em Los Angeles
créditos: Robyn Beck / AFP

Hefner, que ajudou a tornar o nu parte do imaginário coletivo americano, morreu em setembro de 2017, aos 91 anos de idade.

A revista Playboy, conhecida pelas suas capas com mulheres voluptuosas e o coelho como marca, foi um marco. Mas o império de Hefner foi além com clubes noturnos, programas de televisão e coleções de moda.

Os lucros gerados pelo leilão revertem a favor da Fundação Hefner, que defende os direitos civis, particularmente os da liberdade de expressão, uma causa importante para o editor.

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