Para o humorista, o Natal era mais alegre quando criança, apesar das dificuldades. “Como cresci numa altura que tinha dificuldade de tudo, bolo era novidade, e sabia que na mesma data poderia comer sempre um bolinho a mais”, confessa.

“Hoje estou mais crescido e entendo melhor a vida. Mas [o Natal] não deixa de ser especial porque vejo a felicidade no rosto dos meus filhos”, adianta. “Enquanto adulto, esta data leva-me a reflectir mais sobre a vida, mundo e pessoas. Penso que devemos ter melhor, mas, hoje em dia, grandes projectos acabam através de um pessoa, às vezes por causa da inveja, falência e ganância. Não falo de mim, mas por vezes acontece com muita gente e o Natal é, nada mais, nada menos, uma data para reflectir sobre a vida”, finaliza.

Questionado que prenda gostaria de dar ao povo angolano, o humorista confessa que daria esperança e maior inteligência para saberem enfrentar os problemas. “Hoje, aprendemos a reclamar e criticar, infelizmente esquecemos como saber encontrar soluções e a inteligência esta visível nas redes sociais, a criticar o país e pessoas. Às vezes buscam imagens do estrangeiro a alegar ser do nosso país e dói-me muito ver isso, e considero um pensamento negativo do cidadão. Por isso, a esperança e a inteligência é o presente que daria, para ver soluções.”

Para este ano, Costa Vilola, que tem sido muito elogiado pela sua forma de vestir, e como presente de Natal gostaria ganhar um fato social para aumentar o estilo da sua “arrogância”.

De referir que o actor interpreta a personagem Filipe Manuel no programa No Cubico dos Tuneza, tendo recebido boas críticas do público e surgido em vários vídeos virais, nas redes sociais.

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