Em declarações à Angop, o responsável disse que neste período foram registados 342 casos de fuga à paternidade, 55 de disputa de guarda, cinco abandonos de bebés, 26 negligência paternal, duas tentativas de abuso sexual, quatro abusos sexuais, 35 ofensas corporais grave, duas tentativas de homicídio e uma suspeita de rapto.

A fonte esclareceu que destes casos, 292  foram resolvidos pelo INAC, 15 pela Polícia Nacional, dois pela Procuradoria Geral da República e 54 encaminhados ao tribunal, cujos processos ainda estão em curso.

Ricardo Lourinho explicou que em 2017 foram passadas pelo INAC 701 declarações para registo de nascimento, 117 para passaporte e 97 declarações para saídas.

O director apontou como causas da violência contra a criança, a pobreza, uso excesso de bebidas alcoólicas e falta de assistência dos pais, fazendo com que os filhos sofram e prefiram refugiar-se na rua.