Dados do Ministério do Interior a que a Angop teve acesso, nesta quinta-feira, indicam que as ofensas corporais lideram a estatística com 50 por cento dos casos, seguido da violência psicológica, com 68, fuga a paternidade, com 08 casos, abandonou familiar, com 20 registos, não prestação de alimentos igualmente 20 e ameaças de mortes 67.

Conforme o documento, as vítimas cujas faixas etárias rondam entre os 0 aos 2 anos lideram  com 102 casos, representando 28 por cento, e dos 13 anos em diante com 260, que representa 72 por cento.

Apesar do período do confinamento  face à pandemia da covid-19, período em que se perspectivava um número elevado de casos da violência doméstica, lê-se no documento,  as autoridades registaram, com agrada, a redução dos casos.

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