A altura do equinócio da primavera no hemisfério norte a 20 de março de 2020 marca o início do novo ano solar na visão astrológica, apesar de comumente cada um de nós celebrar o novo ano no primeiro dia de janeiro (assim são as tradições de acordo com o calendário gregoriano).

A partir desta data, o sol começa a sua grande viagem em Carneiro trazendo de imediato uma energia forte de vontade, coragem, motivação e convicção ao lançar à terra as sementes que irão germinar durante todo o ano. É necessário no entanto um cuidado especial no teor de cada uma destas sementes por se tratar de um ano de alto impacto social (como podemos já começar a verificar) e que exige de todos nós uma maior capacidade de adaptação, transformação e cura. É tempo de sairmos do nosso Eu individual e separado para nos fundirmos a um bem maior e global. Deixarmos de pensar tanto em nós, perdermos o medo da solidão e a vontade de querer sempre ganhar as coisas de forma rápida e no imediato. Mantermos a nossa independência, a nossa capacidade de recomeçar tornando-nos em primeira mão, líderes na construção da nossa melhor versão.

O encontro entre Saturno e Plutão (algo que só acontece a cada 35/38 anos) pede também o melhor de cada um de nós, num processo eu se quer maduro e sobretudo consciente.

No final do mês de março (e até julho), Saturno desloca-se do seu “alojamento” em Capricórnio para aquário, regressando definitivamente em dezembro pois o seu movimento foi retrógrado. Quer isto dizer que poderá haver aqui uns meses que somos chamados a pensar e a viver a vida como um todo e com algum afastamento social que nos leva a processos criativos e originais (Aquário).

À conversa (conjunção) entre Saturno e Plutão, junta-se também Marte e Júpiter o que por um lado pede restrições e imitações mas também traz em simultâneo ajuda e proteção do alto numa fase em que as sombras parecem ganhar espaço em cada um de nós, levando-nos a repensar escolhas e tomadas de decisão pelo tanto ou tão pouco que somos.

Os nódulos lunares também mudarão a sua expressão. Aqueles que são um dos principais indicadores do caminho cósmico, definindo leis e lições necessárias a ser vividas e experimentadas, colocam a cabeça do dragão em Gémeos e a sua cauda em sagitário, o que se traduz num eixo que convida o Homem a deixar de lado tudo o que em si é superficial, fútil, fugindo muitas vezes a uma responsabilidade baseada na sua visão vazia da vida. Sagitário pede a fé e a confiança no que Gémeos não consegue ver, medir ou quantificar. É hora de aperfeiçoar o modo como pensamos, como nos comunicamos connosco e com o mundo. Este eixo pede que olhemos os direitos de todos por igual, domando aquele nosso lado egoistamente selvagem, tagarela e ainda mesquinho.

Os seis eclipes (quatro deles lunares) sentidos durante este ano (ao contrário dos habituais quatro) indicam um ano de muitos questionamentos, inquietação interior e reboliços de várias ordens, o que poderá levar a mudanças nas estruturas existentes (governamentais ou de autoridade).

Trata-se pois de um ano astrológico poderoso. Exigente. Mas agora sim caminhamos para um entendimento “forçado” daquilo que é o Universo ou a união verdadeira através do cada verso.

Gratidão
Alexandra Ramos Duarte
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