Em declarações à Angop, a propósito do 14 de Fevereiro, Dia dos Namorados, o pastor disse que por falta de diálogo muitos casais têm conflitos que resultam, muitas vezes, em violência física e psicológica.

Aconselhou, por isso, os casais a privilegiar o diálogo aberto e franco no sentido de ultrapassarem eventuais diferenças e viverem em harmonia conjugal.

Apontou o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e outras drogas, incompatibilidade social, falta de confiança, dificuldades económicas, complexo de superioridade ou de inferioridade, por parte de um dos parceiros, como sendo outras das causas dos conflitos entre os casais.

Disse que o namoro é uma fase que deve ser caracterizado por amor, entrega, diálogo e empatia entre o casal de modo a traçarem objectivos comuns de constituir família.

Por sua vez, a jovem Kalysmara Jéssica amitiu ter sido vítima de violência física por parte do namorado e o caso começou por simples ciúme, mas alastrou-se para as agressões.

“Tudo começou por um simples ciúmes, tendo depois partido para a violência. Mas creio que quando o parceiro comete tal acto é porque já existe um índice alto de insegurança, acabando essa pessoa tornar-se possessiva e agressiva”, asseverou.

Já o jovem Dário Goto confirmou que a violência no namoro causa um impacto destrutivo na relação do casal, independentemente do tipo de violência que é exercida.

Por sua vez, o sociólogo Gabriel Chipalanga ressaltou que a violência não é forma de expressar-se o amor ou paixão por outra pessoa e o ciúme não serve de justificação para qualquer comportamento violento.

Acrescentou que a violência conjugal não é só física e psicológica, mas também o acto de proibir o uso de certas roupas, de entrar em redes sociais, cortar o direito de trabalhar, privar o parceiro ou parceira de certos prazeres, como ir ao cinema, passear, entre outras práticas.

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