Lisboa: a jovem capital

A capital continua a dar cartas e a inovar de forma incrível. Leia alguns dos exemplos e desfrute sempre que puder.

Lisboa é capaz de ser das capitais mais cool da Europa, tanto para turistas como para lisboetas! É cosmopolita, tradicional, histórica, enfim... os dias do mês já começam a ser poucos para tanta diversidade. Museus, restaurantes, cervetecas, miradouros, bares, quiosques, praia, festivais, concertos, áreas pedonais, áreas para exercício físico são alguns dos exemplos que pode encontrar em cada esquina. Saiba mais...

Zona industrial
A mais recente aposta é a zona ribeirinha do Tejo. Começou em algumas zonas estratégicas, como Belém ou a Expo, mas está a estender-se a outras zonas. Marvila, por exemplo, é um desses casos. Se já era conhecida a Fábrica do Braço de Prata, a cerveja artesanal portuguesa 2 Corvos está presente, o brunch do Café com Calma também, bem como o restaurante despretensioso do chef Chakall El Bulo.
Na senda, mais para os lados da Matinha, tem hipótese de conhecer a galeria de arte urbana Underdogs. A entrada é gratuita e tem a hipótese de conhecer as obras de artistas ligados às novas linguagens da cultura gráfica e visual de inspiração urbana. Se for em frente até perto da Rua do Açúcar pode visitar nas imediações alguns dos mercados, tal como o Cantinho do Vintage, beber uma cerveja artesanal na Musa ou jantar ao Aquele Lugar que não Existe.
Mas a zona industrial não se fica por aqui... a reabilitação passa também pelo imobiliário, combinando o design e arquitetura, com a construção de alguns empreendimentos.

Príncipe Real e Bairro Alto
Com um roteiro já bem conhecido, a sua oferta é variada. Tanto pode optar por passear e tomar um café no Jardim França Borges ou no Jardim de São Pedro de Alcântara, como visitar o Jardim Botânico da Faculdade de Ciências ou o Museu Nacional de História Natural e da Ciência. Não obstante, a oferta de restauração e bares é imensa, como por exemplo o Atalho Real ou o Lost In.
Caso prefira ir descendo, no Bairro Alto vai encontrar a animação de sempre ou o comércio virado cada vez mais para o design e bom gosto, como por exemplo a Cork & Co. A Cervejaria do Bairro convida-o para uma refeição apetitosa e nada como acabar numa taberna portuguesa como o Bairrus Bodega. Chiado e Cais do Sodré
A agitação é sinónimo destas zonas. A multidão de turistas, lisboetas, artistas de rua é algo a perder de vista. A pé ou através de uma deliciosa viagem de elétrico (28 ou 12E) pode subir e ver as vistas no Castelo de São Jorge, não sem antes provar um dos pastéis de Belém na Manteigaria, comer um Santini ou no Italian Burguer & Lobster House.
Por outro lado, o Cais do Sodré – um pouco como a zona industrial – teve um crescimento gritante em todos os aspetos. Aquilo que outrora era uma zona até pouco recomendada, encheu-se de bares, restaurantes, recintos dedicados a concertos, como por exemplo o Sabotage Rock Club, conservando a maioria dos que já lá estavam. A oferta de restauração também é grande, desde o Latitude 38 ao Las Ficheras, os cardápios são bem diversificados.

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